Floral Indian Pipe(Pacífico) e minha perplexidade

A recente nota técnica do Ministério da Saúde quanto ao retorno da politica manicomial, deixa a todos nós, profissionais de saúde, perplexos diante do não reconhecimento de um cotidiano de equipes multidisciplinares, dentre os quais me incluo, que investiram anos de dedicação em sua formação profissional naquilo que se chamou Reforma Psiquiátrica.

O objetivo desta proposição, inaugurada na I Conferência Nacional de Saúde em 1987, comprometia a sociedade, familiares e profissionais, na melhoria da condição dos conceitos de saúde e revisão de sua atuação na atenção a saúde mental. Ampliava o pensamento de saúde antes apenas ausência de doença, e correlacionava-a com a vida social, econômica, cultural e política. Portanto, tratava-se de uma conduta de inclusão, reintegração e reconstrução social visando um novo lugar para o sofrimento psíquico na sociedade.

As práticas integrativas entraram neste cenário através da abordagem ressaltada pelos pesquisadores em Racionalidades Médicas da UFRJ, quando afirmam que o individuo ao buscar tratamento, mais do que um procedimento especifico, as pessoas procuram respostas as suas questões existenciais, buscam respostas que ajudem a dar sentido a seu sofrimento, medos e dores.


Observo nos últimos tempos de prática profissional, uma demanda específica que transita nas entrelinhas do discurso do sofrimento psíquico e/ou físico. Tenho chamado vulgarmente a essa demanda de “salto da fé”. Trata-se da necessidade premente da pessoa de um reconhecimento ampliado de sua presença na existência.

Adentramos por um viés da metafisica aprimorando uma escuta que a principio, teria seus limites......já que não basta o que foi assertivo durante uma vida inteira.


As pessoas falam da busca de um espaço interno de transformação, onde a partir do suporte de sua individualidade, elas possam se reconhecer pertencentes a comunidade maior. Uma comunidade onde a diversidade não seja motivo de separação, mas de construção da descoberta de verdades supremas.


A terapia com essências vibracionais é o que de mais precioso temos no alinhamento dos sistemas de informação dessa grande “matrix “ onde vivemos.




O sistema do Pacifico nos oferece o floral Indian Pipe como apoio a compreensão de que, a doença psíquica, é antes de tudo, a dor da solidão provocada pelas peculiaridades do individuo (A reforma psiquiátrica olha para isto, e recoloca o usuário no meio ao qual sempre pertenceu)


A essência floral Indian Pipe, é a representante maior do elemento Metal na Roda dos 5 Elementos da Medicina Tradicional Chinesa. Esta essência traduz com perfeição as reflexões feitas neste texto.

Um vegetal que vive no silêncio e nas `areas sombrias das florestas, sua existência apresenta uma valorização do ser como uma unidade inserida numa totalidade familiar.

Cuida dos padrões manifestados no corpo pela desarmonia de tudo aquilo que reside no mais intimo de nosso ser, e cujo não reconhecimento nos arrasta para uma enorme tristeza.


O gestual do vegetal apresenta-o vivendo sempre em comunidades, seu aspecto ressalta que não estamos sós. Seu aspecto translúcido, com indivíduos assemelhados, comunica que na essência somos Um. Afirma que nosso propósito merece Reverência, e que não nos devemos abater pela sombra da separatividade, e sempre ”proclamar o que vale a pena” (SabinaPettitt,MedicinaEnergética)

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